sábado, 5 de maio de 2007

Pia-Máter



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1. Reveste intimamente o cérebro e a medula espinal.
2. É uma membrana vascular.
3. Pia-máter do encéfalo:

- Reveste toda a face do cérebro, aprofundando-se entre os giros e as lâminas do cerebelo, e é envaginada para formar a tela coróide do terceiro ventrículo e os plexos coróides do ventrículo lateral e do terceiro ventrículo.

4. Pia-máter espinhal:

- É mais firme e menos vascular, mas, como a pia-máter do encéfalo, consiste em uma “epipia” externa que contém vasos maiores e uma “ pia-glia “ ou “pia-íntima” em contacto com o tecido nervoso.


http://portfolio.med.up.pt/pipoca/patologia/meninges.htm

Aracnóide do encéfalo







www.fcm.unicamp.br/deptos/anatomia/DSCN20391+.JPG

1. Membrana delicada que envolve o encéfalo e a medula espinal, situando-se entre as meninges pial e dural, separada da dura-máter pelo espaço subdural, que é atravessado por trabéculas isoladas, e da pia-máter pela cavidade subaracnóide, que é preenchida com líquido cefalorraquidiano.

- A cavidade subaracnóide

Entre a aracnóide e as meninges piais. Contém líquido cefalorraquidiano e vasos sanguíneos maiores da parte central do sistema nervoso, sendo atravessada por delicadas trabéculas de tecido conjuntivo, unindo a aracnóide e a pia-máter.
Onde quer que o cérebro e o crânio não estejam intimamente adaptados, a aracnóide é separada da pia-máter por amplos intervalos, denominados cisternas subaracnóides, sendo estas contínuas entre si através da cavidade subaracnóide geral, da qual elas são apenas dilatações.

- As granulações aracnóides

São pequenas elevações, ocorrendo geralmente em aglomerações próximas dos seios sagital superior, transverso e de alguns outros. Elas projectam-se em direcção ao seio sagital e suas lacunas venosas.
Elas causam atrofia de pressão no osso, produzindo depressões na face interna do crânio.
As granulações aracnóides são intumescências macroscópicas, ou distensões, de diminutas projecções da aracnóide do encéfalo, denominadas vilosidades aracnóides.
O líquido injectado na cavidade subaracnóide penetra nas granulações e vilosidades e daí para os seios venosos da dura-máter por osmose.

http://portfolio.med.up.pt/pipoca/patologia/meninges.htm

Dura-máter










upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/archiv...

1. Membrana inelástica, espessa, densa;
2. A mais externa das meninges;
3. Dura-máter do encéfalo:
-reveste a cavidade do encéfalo.
- separam-se para englobar os seios venosos que drenam o sangue do cérebro.
- adere às faces internas dos ossos cranianos.
- provavelmente, exerce uma influência estabilizadora sobre o movimento do encéfalo na cavidade do crânio.
- estrutura basicamente fibrosa, com predominio de fibras brancas e com algumas fibras elásticas. As fibras colagéneas estão densamente arranjadas em lâminas, nas quais elas se situam paralelamente em fascículos com ângulos largos entre eles nas lâminas adjacentes, produzido uma aparência entrelaçada.

4. Dura-máter espinhal :
- bainha frouxa, que representa apenas a camada interna ( meníngea ) da dura-máter do encéfalo
- está presa à margem do buraco magno e nas faces posteriores dos corpos das segunda e terceira vértebras cervicais, e também por feixes fibrosos ao ligamento longitudinal posterior.

http://portfolio.med.up.pt/pipoca/patologia/meninges.htm

Meninges



www.uftm.edu.br/.../patge/imagem/mac0107.jpg

O cérebro e a medula espinhal são revestidos por três membranas- As Meninges- a Dura-máter, a Pia-máter e a Aracnóide, de fora para dentro
Trata-se de uma estrutura aproximadamente ovóide, medindo cerca de 10x5cm, revestida, inicialmente, por uma camada de fibrina. Posteriormente, esta é substituída por neoformação conjuntivo-vascular à partir de fibroblastos que migram da dura-máter em direção ao hematoma. O conteúdo inicialmente sanguíneo vai sendo substituído, pela hemólise e por digestão, por um conteúdo branco-amarelado; daí o nome higroma, pelo qual é também conhecido. Parte da coloração castanho-dourada da superfície é devido à decomposição da hemoglobina dando origem a hemossiderina.

www.uftm.edu.br/.../patge/imagem/mac0107.jpg

Ventrículos Cerebrais: Nosso Lago Interno









Vesículas parasitárias na região quiasmática.
Preenchiam os espaços entre os nervos ópticos e os segmentos iniciais das Aa. cerebrais anteriores. A grande hidrocefalia dos ventrículos laterais deve-se à obstrução à circulação liquórica nas cisternas da base.

www.fcm.unicamp.br/deptos/anatomia/DSC49048+.JPG

Nós temos água no cérebro e na medula espinhal. Por que? Primeiro, para sustentá-los e amortece-los contra choques. Segundo, para "limpar" resíduos do metabolismo, drogas e outras substâncias que se difundem no cérebro através do sangue, além de servir como meio de difusão de células de defesa imunológica e de anticorpos. Terceiro, para nutrir o epêndima e estruturas periventriculares.
O fluído do cérebro é chamado de líquido céfaloraquidiano (líquor) ou fluído cérebro-espinhal. O líquor é um líquido claro, com pequenas quantidades de proteína, potássio, glicose e cloreto de sódio. Se o crânio for subitamente deslocado, a densidade do líquor serve para reduzir o impacto entre o encéfalo e os ossos do crânio, reduzindo por meio disso, danos compulsivos. Se o cérebro ou os vasos sanguíneos que o irrigam aumentam de volume, o líquor é drenado e diminui a pressão intracraniana, para manter o volume constante.
O crânio é como uma "caixa rígida". Quando a pressão intracraniana é aumentada (por injúria ou hidrocefalia), o crânio se torna excessivamente preenchido com tecido cerebral inchado, sangue, ou líquor e pode aumentar a pressão sobre o tecido cerebral. A pressão intracraniana aumentada pode causar mudanças nas respostas dos pacientes incluindo agitação, confusão, resposta diminuída, e coma.
O líquor circula no cérebro e medula espinhal através de cavidades especiais que constituem o chamado sistema ventricular (do termo em latim venter, cavidade). As cavidades são designadas como dois ventrículos laterais, o terceiro ventrículo e o quarto ventrículo. Comunicando os ventrículos laterais com o terceiro ventrículo encontram-se os forames ventriculares (um em cada hemisfério cerebral), enquanto o aqueduto de Sylvius comunica o terceiro ventrículo, situado no diencéfalo, com o quarto ventrículo, situado no rombencéfalo. Em cada uma das quatro cavidades ventriculares evagina-se um plexo vascular, responsável pela produção do líquor (o plexo coróide)
Os ventrículos laterais invadem os lobos frontal, temporal e occipital. Por isso, são considerados em cada ventrículo, três cornos: um anterior ou frontal, outro posterior ou occipital e, finalmente, o inferior ou temporal.
Cada ventrículo contém o plexo coróide (tecido especializado dos ventrículos) que produz o líquor.
Se houver uma obstrução em determinado ponto, o líquor se acumula e comprime o tecido nervoso vizinho de encontro à caixa craniana que o protege. Originam-se assim, casos de hidrocefalia, com sérios prejuízos das funções cerebrais. As cavidades ventriculares ficam excessivamente amplas, devido à estagnação do líquido em seu interior. Com isso, aumenta a pressão intracraniana.

http://www.cerebromente.org.br/n02/fundamentos/ventriculos.htm

Rinencéfalo

Denomina-se rinencéfalo as porções de cada hemisfério cerebral relacionadas com a recepção, condução e integração das sensações olfatórias. O rinencéfalo não é uma estrutura anatômica delimitada, é um conjunto de formações responsáveis pela discriminação e percepção consciente dos odores. O rinencéfalo é constituído pelo bulbo olfatório tracto olfatório, pirâmide olfatória, tubérculo olfatório pré-piriforme, substância olfatória Perfurada anterior, área piriforme olfatória, formação hipocampal olfatória, giro para-terminal olfatório e núcleo habenular. Estas formações são relativamente atrofiadas no homem. Nos animais inferiores, as estruturas rinencefálicas são a parte fundamental do cérebro. Este cérebro inferior rege o comportamento geral, tem memória, conexões com o sistema somativo e vegetativo, visceral, gustativo, visual, com a região diencéfalo - hipotalâmica e desempenha um papel importante na atividade sexual, de agressividade e de defesa. "O rinencéfalo, notável por suas vias aferentes e eferentes, pode ser considerado como um verdadeiro cérebro do comportamento." No homem, este papel é desempenhado pelo córtex cerebral.


http://www.rborl.org.br/conteudo/acervo/acervo.asp?id=1664

quinta-feira, 3 de maio de 2007

Cérebro







O cérebro é um órgão do sistema nervoso central situado no interior da caixa craniana de diversos animais vertebrados, dentre eles o ser humano. Divide-se em hemisférios cerebrais e estruturas intra-hemisféricas, sendo os hemisférios distintos pelas pregas nas suas superfícies, que formam giros, os quais são separados por sulcos ou fendas.
Cérebro em Mamíferos
Cérebro humano

O cérebro humano, que requer 25% daquilo que o coração bombeia, é particularmente complexo e extenso. Se divide em 2 metades, o hemisfério esquerdo e o hemisfério direito. O seu aspecto se assemelha ao míolo de uma nóz. É um conjunto distribuído de milhares de milhões de células que se extende por uma área de mais de 1 metro quadrado dentro do qual conseguimos diferenciar certas estruturas correspondendo às chamadas «áreas funcionais», que podem cada uma abranger até um décimo dessa área.
Outros mamíferos
Pequenos invertebrados como insetos podem ter 1 milhão de neurônios no cérebro; já o cérebro de animais vertebrados maiores pode ter mais de 1 trilhão de neurônios (1012). O cérebro humano é constituído por cerca de 100 bilhões de neurônios (1011), que parecem organizados em agrupamentos chamados fibras nervosas, cada uma com 80 a 100 neurônios em um diâmetro de 30-50 µm. Calcula-se que existam 200 milhões de ligações entre ambos os hemisférios cerebrais. Já em cérebros de camundongos, por sua vez, estima-se que existam de 8 milhões de neurônios, cada um deles com até 8 mil sinapses, ou conexões, com outras fibras nervosas.


http://pt.wikipedia.org/wiki/C%C3%A9rebro